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celia bernardes sem moldura Retrato retangular com moldura dourada e paspatur em formato oval, forrado em veludo vermelho. O espaço reservado à imagem, no interior da moldura, mostra Clélia Bernardes, que traja uma peça acinzentada, não sendo possível identificar com precisão a real cor pela imagem estar em preto e branco. Seus cabelos são escuros e estão presos em um penteado na parte de trás de sua cabeça, e ela utiliza colares de pérolas brancas. Ela está posicionada de perfil, e dirige um olhar neutro para o lado esquerdo da imagem.Baixar
Metadados
Coleção
Palácio da Liberdade
Título/Objeto Museológico
Retrato Clélia Bernardes
Descrição
Retrato retangular com moldura dourada e paspatur em formato oval, forrado em veludo vermelho. O espaço reservado à imagem, no interior da moldura, mostra Clélia Bernardes, que traja uma peça acinzentada, não sendo possível identificar com precisão a real cor pela imagem estar em preto e branco. Seus cabelos são escuros e estão presos em um penteado na parte de trás de sua cabeça, e ela utiliza colares de pérolas brancas. Está posicionada de perfil, e dirige um olhar neutro para o lado esquerdo da imagem.
Categoria
Fotografia
Materiais/Técnicas
Data/Época atribuida
Natureza
Dados históricos
Nascida em Viçosa, Minas Gerais, em 4 de fevereiro de 1876, Clélia Vaz de Mello Bernardes era filha de Carlos Vaz de Mello, senador do Império. Proveniente de uma família tradicional, casou-se com Artur Bernardes em 1903, após um longo período de noivado. O casal teve oito filhos e viveu momentos marcantes na história política do Brasil, especialmente durante a atuação de seu marido no governo estadual e posteriormente na presidência da República. Ao longo do período como primeira-dama em Minas Gerais, esteve sempre rodeada de seus primeiros 7 filhos, que no início do mandato de seu marido estavam com idades entre 5 e 14 anos, tendo dado à luz a uma oitava criança também nesse período, e tendo nascido sua última filha Maria de Pompéia em 25 de março de 1922. Como primeira-dama de Minas Gerais, Clélia desempenhou um papel de anfitriã em eventos oficiais, recebendo figuras importantes como os reis da Bélgica. Mais tarde, acompanhou Artur Bernardes na presidência do Brasil (1922-1926) e no exílio, durante o governo Vargas. Após a morte de seu marido, viveu no Rio de Janeiro até falecer em 1972, aos 96 anos. Seu nome é homenageado em um bairro da cidade de Viçosa.
Créditos
Coordenador Artístico Museal - Alexandre Milagres | Pesquisadora - Maíra Gil
Anexos
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célia bernardes com moldura